Eu sinto tua falta. AĂ depois eu penso âMas que merda, de novo?â E tenha certeza, pensar em vocĂȘ Ă© a maior merda que eu faço no meu dia. Eu sinto raiva. Mas cara, vocĂȘ nĂŁo merece nem meu Ăłdio, minha raiva, minha mĂĄgoa, nada. VocĂȘ merecia ser um grande nada. SĂł que Ă© difĂcil. Como fazer alguĂ©m que era tĂŁo importante se transformar em um nada? Isso Ă© quase como nadar contra a correnteza. E Ă© assim que eu me sinto em quase tudo relacionado a vocĂȘ. Quero uma coisa, mas a correnteza me impede de fazer. E te esquecer completamente Ă© uma delas. Como vocĂȘ se tornou em tĂŁo pouco tempo o maior objeto de meu Ăłdio e amor? VocĂȘ entrou na minha vida apenas para deixĂĄ-la de pernas para o ar e me fazer sentir coisas que jamais tinha sentido antes. E agora⊠bem, agora vocĂȘ simplesmente foi embora e deixou toda a bagunça para que eu arrumasse sozinha. Por quĂȘ vocĂȘ fez isso? Eu nĂŁo consigo te entender. VocĂȘ se foi e ainda assim eu continuo em um debate interno de como tirar vocĂȘ de uma vez da minha vida. Ă como se eu quisesse te deixar, mas vocĂȘ insiste em cercar minha mente. Insiste em voltar, quando finalmente, nem que seja por segundos, eu consigo te tirar da cabeça. Como se o controle fosse teu e eu nĂŁo mandasse em mim, estivesse Ă mercĂȘ da tua vontade. E cara, isso estĂĄ me deixando maluca. VocĂȘ estĂĄ me deixando maluca, pelo simples fato de nĂŁo ser mais meu, mas querer que eu seja sua. Porque vocĂȘ me prende, e me solta. E quando me solta, te quero de volta. Ai eu fico como estou agora, completamente perdida, sozinha, confusa. Pois Ă©, agora vejo que sim, eu realmente preciso de vocĂȘ.
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(via semiescritor)

