Já estou farta de flutuar.

 

Quero meus pés no chão, chega de sonhos impossiveis, chega de você cheio de promessas vazias e sorrisos inventados. Vai embora, cão! Me deixe aqui, me livra de ti. Não quero te dar meu coração para que você o quebre como se fosse porcelana barata. Sou cara, querido. Meu valor em ti não te enquadra. Você é pobre, de alma e de coração. Você é pouco, para o que peço e mereço. Você é falso para saciar meus anseios. […] Você acha que é homem, mas é menino. Pobre menino… 

Desamparo